Team Akzonobel, da brasileira Martine Grael, tem problema nos mares do sul

Team Akzonobel eve problemas nos mares do Sul. Foto James Blake/Volvo Ocean Race.

O Team AkzoNobel ainda apresenta problemas em seu barco após a quebra da trilha do mastro e de uma vela importante para ventos fortes. A equipe da brasileira Martine Grael tenta solucionar a avaria mesmo em modo regata e enfrentando a baixa pressão. O dano ocorreu nesta quinta-feira (14) quando o barco ocupava a quarta colocação na terceira etapa da Volvo Ocean Race 2017-2018 e estava navegando com ventos superiores a 70 km/h. Agora, o veleiro da campeã olímpica está em sétimo e último lugar.

Ninguém se feriu no incidente e o time está em constante contato com a organização e com seus integrantes da equipe de apoio para solucionar o ocorrido. A principal dificuldade dos tripulantes é fazer o reparo em condições de vento forte e ondas grandes.

Foto James Blake/Volvo Ocean Race.

A quebra ocorreu após uma manobra. Os velejadores conseguiram baixar a vela principal e afastar o barco da zona de exclusão. O team AkzoNobel continua correndo usando apenas as velas de proa do barco. “Nosso plano é arrumar a calha (trilha) da vela e reparar outras coisas nos próximos dias para depois navegar novamente a 100%, mas vai levar tempo e devemos ter cuidado“, disse Chris Nicholson, integrante do Team AkzoNobel.

O Dongfeng Race Team segue na liderança na terceira etapa da Volvo Ocean Race com o MAPFRE na sua cola. O restante da flotilha segue mais afastado. A vantagem do líder para o AkzoNobel já é de quase 600 quilômetros. Os primeiros barcos devem chegar à australiana Melbourne, destino final da terceira etapa, entre 24 e 25 de dezembro.

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